e hoje, na aula de psicanálise, música e amor... enquanto a professora lia sua carta para belchior em que dizia:"estamos condenados a buscar 'aquilo' que nos tornaria substanciáveis e encontramos objetos inadequados aos nossos desejos...",
eis que ela comenta:
"pois então, esses objetos é sempre sombra, de outra coisa"...
e eu, em meu ato falho de escrita, escrevo:
"é sempre samba, de outra coisa..."
